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MM cita secretários presos; Taques: políticos perderam “leitinho” (AO VIVO)


Gazeta Digital – Cuiabá

O ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), que é candidato ao Governo, alfinetou o governador Pedro Taques (PSDB), que tenta a reeleição, no debate da TV Vila Real, na manhã desta quinta-feira (30).

Mauro foi questionado pelo candidato do Psol, Moisés Franz, sobre se acredita que pessoas que corrompam juízes merecem prisão perpétua, numa referência às investigações das quais Mendes é alvo em razão de supostos pagamentos de propina a juízes do Trabalho em Mato Grosso.

“Eu fui prefeito de Cuiabá por quatro anos. Saí sem nenhum caso sobre mim ou sobre meus secretários. Nenhum processo, nenhuma denúncia. Nada! Saí da Prefeitura sem nenhum secretário preso”, disse referindo-se aos assessores do governador Pedro Taques, que foram presos no decorrer de sua administração.

“Trabalhamos muito. Por exemplo, saímos com mais de 80% de aprovação”, afirmou o ex-prefeito.

Leitinho

Em outro momento do debate, o governador Pedro Taques afirmou que seu governo frustrou uma parte da classe política de Mato Grosso.

“Concordo que o frustrou sim, notadamente políticos que queriam continuar mamando. Esses se frustaram porque perderam seu leitinho”, disse.

A afirmação foi feita quando o senador Wellington Fagundes (PR) disse que Taques prometera apontar, durante a campanha, aqueles políticos que o haviam traído. “Quem são as pessoas que estavam com você e o traiu?”, perguntou Wellington.

Falha na fiscalização

Em outro momento, o candidato ao Governo Moisés Franz afirmou que houve uma falha na fiscalização da aplicação dos recursos federais na gestão do ex-governador Silval Barbosa por parte do também candidato Wellington Fagundes.

Este rebateu e disse que legislou para “empoderar” os órgãos de controle.

“Eu não tolero e não tolerarei a corrupção. Fazer o controle e fiscalização da aplicação dos recursos é função dos órgãos de controle. Por isso empoderamos o Ministério Público. Trabalhamos para fazer legislação mais forte. Pode ter certeza que, como governador, não tolerarei corrupção e serei parceiro dos órgãos de controle”, disse.

“Nós precisamos fortalecer mesmo a fiscalização e o combate à corrupção. A função do parlamentar é fiscalizar a aplicação de recursos, sim, e houve uma falha grande na época das obras da Copa”, disse Moisés.

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