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A pedido de Savi, Sema trabalha para erradicar plantas invasoras

Entre as espécies que estão prejudicando a biodiversidade, destaca-se a leucena, encontrada em grande quantidade no Parque Massairo Okamura
Entre as espécies que estão prejudicando a biodiversidade, destaca-se a leucena, encontrada em grande quantidade no Parque Massairo Okamura

Em resposta a Indicação 108/2015, de autoria do deputado estadual Mauro Savi (PR), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente vai  promover um plano de ação para erradicação e controle de espécies vegetais exóticas invasoras, principalmente a “Leucena” (Leucena leucocephala).  O objetivo é reduzir o impacto ambiental da expansão da população de Leucema sobre  a vegetação nativa.

A Leucema é uma espécie invasora originária do México e da América Central. Acredita-se que a Leucena tenha vindo para cá com a intenção de alimentar o gado. Porém, antes considerada “milagrosa”, a planta entrou na lista das 100 piores espécies invasoras do mundo, reconhecida como invasora agressiva e causadora de perda de biodiversidade.

Diante do problema apontado pelo deputado Mauro Savi, a Sema elaborou um plano de recuperação de área degradada contendo as seguintes medidas:  limpeza da área; roçada; combate e controle das plantas exóticas; educação ambiental;  combate a formigas cortadeiras; abertura de covas; plantio das mudas; replantio; coroamento, e instalação de  placas educativas.

De acordo com a analista de meio ambiente da Sema, Elizandra Pedroso Vieira Frasão, a Secretaria de Estado é responsável  pela recuperação das áreas públicas de domínio do Estado, a exemplo das Unidades  de Conservação, sendo o Parque Massairo Okamura  uma das Unidades mais afetadas pela Leucema.

“É satisfatório saber que a Sema entendeu nossa preocupação, porque ações para o correto manejo e/ou erradicação dessas espécies invasoras devem ser iniciadas o mais breve possível, pois no futuro os prejuízos causados podem ser irreversíveis, levando algumas espécies nativas a extinção e a homogeneização do ambiente”, afirmou o deputado Mauro Savi diante da resposta ao seu pleito.

O cultivo da Leucema era estimulado em todo o mundo, e por crescer rápido até em áreas degradadas, ajudar a fertilizar o solo e ser tolerante à seca, ela ganhou fama de “árvore milagrosa”. Porém, logo começou a se espalhar onde não havia sido cultivada.

Fotos: Angelo Varela – Ascom/ALMT

Mais informações:

Marcia Raquel

Assessoria de Imprensa

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