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Deputado Silvano Amaral vai à ministério para garantir 80 mi para Sorriso

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O deputado estadual e membro da Comissão de Agropecuária, Desenvolvimento Florestal e Agrário e Regularização Fundiária da Assembleia Legislativa, Silvano Amaral (PMDB-MT) esteve no Ministério da Integração, em Brasília, para pedir celeridade na liberação de um recurso de cerca de R$ 80 milhões para execução do projeto de irrigação de sete hectares de cada propriedade do assentamento Jonas Pinheiro, em Sorriso (42 quilômetros de distância de Cuiabá) onde moram 216 famílias. Esse projeto faz parte do programa “Mais Irrigação”, inserido no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), do governo federal.

De acordo com o deputado Silvano, todos os trâmites burocráticos já foram cumpridos e que resta a liberação do recurso, ou seja, R$ 80 milhões para que a prefeitura execute a obra e os assentados sejam contemplados, de fato, com o benefício. Segundo o ministro da Integração, Helder Barbalho, a previsão é de que o montante seja liberado no ano que vem. O fator crise, conforme o ministro foi o que mais afetou os investimentos que seriam destinados aos municípios esse ano, mas que o ministério faz uma reprogramação de todos os investimentos que deveriam ser aplicados em 2016.

“É um momento delicado, porém não podemos ficar de braços cruzados diante de uma situação como essa. Afinal, são R$ 80 milhões que criaram expectativas em centenas de famílias que moram no Jonas Pinheiro. Cabe a nós, enquanto parlamentar, acompanhar, fiscalizar e pressionar o ministério na tentativa de impedir que o projeto seja engavetado. Estamos mexendo com os sonhos desses trabalhadores. Eles (assentados) só querem uma estrutura melhor para produzir. Querem andar com as próprias pernas, só precisam de uma oportunidade”, observou Silvano ao informar que acompanhará o processo até que o recurso seja liberado pelo governo federal.

O deputado federal, Carlos Bezerra (PMDB-MT), responsável por intermediar a reunião com o ministro, também se comprometeu com o vice-prefeito eleito, em acompanhar o projeto de irrigação do assentamento Jonas Pinheiro. “Nesses anos todos de trabalho em prol do meu estado, sempre tive a preocupação de proporcionar qualidade de vida aos assentados. So Jonas Pinheiro é um entre dezenas de assentamentos que já ajudamos. Estamos falando de pessoas, seres humanos. São pessoas que vivem do que produzem e precisam de todo apoio e o que depender de nós iremos fazer”, garantiu.

O projeto protocolado no Departamento de Irrigação Pública do Ministério da Integração Nacional, em 2012, apresenta uma redução de custo de R$ 4 milhões e um aumento de capacidade de irrigação em 16%, o que significa que cada agricultor poderá adaptar o sistema de irrigação à sua necessidade, seja ela para produção de hortaliças, frutas ou pecuária.

 Segundo o deputado Silvano, a ideia é retirar essas e outras famílias da linha de subsistência e transformá-la em agronegócio familiar. “Esse incentivo ao produtor rural refletirá diretamente na economia. Isso movimenta a economia local, melhora a renda da família e proporciona o cultivo e a comercialização da matéria-prima em grande escala. Todos ganham com isso, quem planta e vende o seu produto, quem consome e o governo, através do recolhimento de impostos. O dia em que todo mundo entender a importância de dar apoio à agricultura familiar, a qualidade de vida de quem mora no campo será outra”, ressaltou Silvano.

O vice-prefeito eleito e atual vereador em Sorriso, Gerson Bicego, que também participou da reunião, explica que a licitação para execução do projeto foi suspenso em 2014 a pedido da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) para adequações e, de lá para cá, o projeto não saiu do papel. Nesse mesmo ano, foi realizada uma reunião entre representantes da Sudeco e os parceleiros do Assentamento Jonas Pinheiro para tratar de assuntos relacionados à obra em questão. Na ocasião, foi garantida às famílias que a partir da implantação do projeto será oferecido, pela Prefeitura, a assistência técnica necessária, ficando a cargo dos assentados apenas a manutenção da irrigação.

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