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Iporá GO: Avô mata neto que havia matado a avó

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Henrique (camiseta azul), Artur (de verde) e Sebastião durante apresentação na Delegacia de Investigações de Homicídios

O aposentado Sebastião Pereira Vitorino, de 72 anos; o neto dele, o auxiliar de produção Henrique Rodrigues, de 23, e Artur Borges Lopes, de 19, estão presos em cumprimento a mandado de prisão pelo assassinato e ocultação do cadáver do vendedor Huasley Rodrigues Borges, de 18, que estava desaparecido desde o dia 30 de agosto do ano passado.

A morte de Huasley revelou uma história de vingança entre membros da mesma família, que chocou até mesmo a Polícia Civil. Em 24 de agosto de 2013, na cidade de Iporá, a 216 quilômetros de Goiânia, Huasley, a mãe dele, Valdivina Rodrigues Mota Santos, de 41, e o namorado dela, Daniel de Oliveira Rocha teriam matado a esposa de Sebastião, a comerciante Maria Francisca Ferreira, de 66, avó do Huasley.

O assassinato da idosa teria sido investigado pelo próprio marido, que descobriu o envolvimento da nora e do neto no crime. Revoltado, ele cooptou o outro neto e tramou a morte dos envolvidos. Henrique atraiu o irmão Huasley até uma mata próxima da cidade, onde o avô cometeu o crime no dia 30 de agosto do ano passado. O corpo de Huasley foi enterrado em uma grota de 3 metros de profundidade. No dia 1º de dezembro deste ano, com informações de Henrique, os restos mortais de Huasley foram encontrados pela Polícia Civil.

Depois da prisão dos envolvidos descobriu-se que Sebastião ainda determinou que o neto Henrique matasse a própria mãe, Valdivina, em atentado ocorrido no dia 12 de outubro deste ano, na casa dela, no Setor Garavelo, em Aparecida de Goiânia. Além de atirar na nuca e na barriga da mãe, Henrique atirou na mão de uma tia, Cristina Mota Rodrigues. As vítimas sobreviveram. O avô não satisfeito, ordenou que o neto voltasse e atirasse na cabeça da mãe dele e ainda matasse a irmã. Os crimes não chegaram a ser praticados por Henrique. Os envolvidos estão presos na Delegacia de Investigações de Homicídios, em Goiânia.

 

Fonte: O Popular de Goiânia

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