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Quanto pior, melhor, Por Ondino Lima Neto

Jornalista Ondino Lima Neto do megafoneaia.blogspot.com.br/
Jornalista Ondino Lima Neto do megafoneaia.blogspot.com.br/

A presidente Dilma usou o slogan “governo novo, ideias novas”, em sua campanha a reeleição nos programas de rádio e TV em 2014. No site oficial da campanha, o slogan usado era “mais mudanças, mais futuro”, a promessa era de mudanças.

Dilma cumpriu as suas promessas, mudou quase todos os seus incríveis 39 ministros. Embora essa mudança tenha sido de ruim para pior, as mudanças foram feitas obedecendo o critério do peso político dos partidos com mais votos.

O PT foi agraciado com 14 ministérios, PMDB(6), PSD(2), PROS(1), PTB(1), PP(1), PR(1), PCdoB(1), PDT(1), PRB(1), e outros 10 ministérios os seus titulares são sem partido.Teoricamente os ministros, deveriam ser o melhor dos melhores.

Em 1990, o então presidente Fernando Collor tinha 15 ministros, já em 1995 subiu para 27 no governo de Fernando Henrique Cardoso, no governo Lula em 2003 aumentou para 32 e no primeiro mandato de Dilma chegamos a 37 em 2011 e agora 39 em 2015.

O processo de escolha dos ministros, é puramente fisiológico, cada partido indica o seu representante, mesmo que o escolhido não tenha nenhuma afinidade ou aptidão para o cargo. Para garantir a chamada governabilidade, Dilma cedeu a fome dos partidos.

Nessa fauna e flora ministerial, temos vários quadros, entre eles os complicados que se equilibram entre a política e os escândalos. George Hilton (esporte), Antonio Rodrigues (transportes), Helder Barbalho (pesca), Eliseu Padilha (aviação civil) e Manoel Dias (trabalho), fecham essa lista.

 

Fonte: megafoneaia.blogspot.com.br

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