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STF BARRA FUNCIONAMENTO DE ACADEMIAS DURANTE PANDEMIA EM GOIÁS

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou o pedido do Ministério Público de Goiás (MP-GO) e suspendeu a liminar que permite a reabertura de academias de ginástica durante o período da pandemia em Goiás. O Sindicato das Academias de Goiás (Sindac-GO) e Sindicatos dos Profissionais em Educação Física do Estado de Goiás (Sinpef-GO) vão recorrer da decisão com uma medida de agravo.

No pedido apresentado para o STF, o procurador-geral de Justiça, Aylton Vechi alega falta de embasamento científico que fundamente a abertura dos estabelecimentos. O POPULAR mostrou que desde a quinta-feira (21), quando tiveram autorização para a abertura, poucas academias retornaram. Muitas estavam se preparando para retomar as atividades em 1º de junho, depois de atender às adaptações exigidas.

Decisão do ministro Luiz Fux acata pedido do Ministério Público de Goiás e suspendeu liminar que permitia a abertura das academias durante o período de pandemia em Goiás

O presidente do Sinpef-GO, Francione Cardoso diz que a categoria recebeu a notícia com muita tristeza. “Fomos informados, respeitamos a decisão, mas não concordamos. Além de ser uma atividade importante para a saúde da população, é uma medida que garante a subsistência de muitas pessoas. Vamos recorrer desta decisão na expectativa de sermos atendidos para reabertura em breve”, destaca.

Os sindicatos, que entraram juntos na justiça pedindo a retomada deste tipo de comércio, vão aguardar a notificação para o recurso. Desde a semana passada, quando houve a decisão favorável, os donos de academias passaram a realizar mudanças nas estruturas para atender às exigências, como fechamento de vestiários, liberação de catracas e disposição dos equipamentos com distância de 1,5 metro.

A decisão caráter liminar para a reabertura de academias de ginástica foi assinada pelo desembargador Gilberto Marques Filho. Segundo o documento, para reabrir, as academias também precisavam receber apenas 30% da capacidade e respeitar outras regras, como oferta de álcool gel, manter aulas de, no máximo, 50 minutos, higienizar o espaço a cada aula, entre outras.

O POPULAR

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